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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

MARTHA FOI ELEITA A MAIS FEIA

ESTA PACATA CADELA QUE PENSANDO BEM NÃO É ASSIM TÃO FEIA FOI ELEITA POR ISSO MESMO 


Martha é uma Neapolitan Mastiff de 3 anos e mais de 55 kg. Ela ganhou um prémio de US$ 1.500, um troféu e uma viagem a Nova York -tudo junto com sua dona, Shirley Zindler.




23/11/2017 - fotos antigas com história











































Pesca elétrica pode tornar “oceano num deserto”

A petição contra a pesca elétrica na Europa da associação Bloom ultrapassou as 84 mil assinaturas antes da votação que resultou a favor da expansão da pesca elétrica.

A técnica caça os peixes com impulsos elétricos, através da utilização de arrasto de vara, que são redes seguradas por uma estrutura rígida que consegue apanhar peixes. Neste caso a rede é substituída por uma rede elétrica. Para o diretor da associação Bloom, Frédéric Le Manach "a técnica é muito eficaz, mas transforma o oceano num deserto".
Ao reverem o regulamento das medidas técnicas, 23 deputados aprovaram um compromisso político para expandir o número de arrastões na Europa. Esse acordo permite equipar cinco por cento da frota de cada comércio com “técnicas inovadoras, que agora incluem a pesca elétrica”.

No Mar do Norte, o limite já foi alterado e passou para os 100 por cento, permitindo aos holandeses equipar a frota com redes de arrasto elétricas.

Frédéric Le Manach explica na página oficial da associação que isto "é um escândalo do ponto dA petição contra a pesca elétrica na Europa da Bloom ultrapassou as 84 mil assinaturas antes da votação que resultou a favor da expansão da pesca elétrica.e vista ambiental e social", acrescentando que não há justificação para se apoiar "uma posição tão escandalosa a favor de um pequeno número de industriais holandeses".

Na Europa, a pesca elétrica foi proibida em 1998, no âmbito de derrogações concedidas pela Comissão Europeia. Ainda assim, é autorizado a cada Estado-membro cinco por cento de cada frota de arrastões elétricos para uma prática no Mar do Norte.

A Bloom veio apresentar à Comissão das Pescas uma queixa contra a Holanda, explicando que a frota holandesa chegou a equipar 28 por cento dos navios com arrastões elétricos ilegais, ou seja, 84 navios foram munidos com redes elétricas numa frota que tem 304 embarcações, conforme indica o jornal Le Monde. Alguns navios alemães e britânicos também estão a utilizar esta técnica.

A queixa foi apresentada com base nas licenças ilegais e, até à data, referem ainda não terem obtido resposta.
As empresas de pesca industrial dos Países Baixos são as mais poderosas na Europa e têm vindo a tentar mudar os regulamentos de proibição de pesca elétrica, procurando uma maior permissividade.

A associação Bloom quer acabar com "a pesca destrutiva" que tem impactos ambientais.
Problemas ambientais
Para as associações ambientais estas medidas estão a enfraquecer a legislação em vigor. Já o presidente da Comissão das Pescas afirma que estão a regular "rigorosamente a pesca elétrica" sem abrir "qualquer porta para a sua extensão".

Os defensores desta técnica explicam que uma rede de arrasto mais leve consome metade do combustível de uma rede de arrasto tradicional e é menos prejudicial para o fundo do mar.
Ainda não está a ser avaliado o impacto da pesca elétrica para as espécies marinhas. No entanto, segundo a Bloom, "muitos relatórios afirmam que o peixe capturado em redes de arrasto mostra queimaduras, contusões e deformações do esqueleto após a eletrocussão".
Em 2016, o Conselho Internacional para a Exploração do Mar comunicou que deve haver precaução devido a impactos a longo prazo. Alguns cientistas e políticos, indicou o Le Monde, pediram à Europa para proibir uma técnica "ameaçadora para os seres humanos", segundo as palavras utilizadas pela ex-ministra do ambiente francesa Ségolène Royal.

As medidas ainda serão analisadas em sessão plenária do Parlamento Europeu, pois segundo a ex-ministra colocam em causa uma possível "banalização das redes de pesca elétricas" na Europa, indo contra aos objetivos de desenvolvimento sustentável adotados pelas Nações Unidas.


As armadilhas escondidas no sector da Cerâmica


Foi recentemente publicado um CCT entre a APICER e um Sindicato da UGT que, por ser globalmente negativo para os trabalhadores e trabalhadoras da Cerâmica, mereceu a oposição fundamentada da FEVICCOM e dos Sindicatos/CGTP-IN, à excepção dos salários.
O que não está a ser divulgado aos trabalhadores do sector, são as armadilhas escondidas naquele acordo que vêm satisfazer claramente os interesses patronais:
  • Perda do sábado como dia de descanso (nº 2 da cláusula 16ª);
  • Adaptabilidade: o período normal de trabalho diário pode ser aumentado mais 2 horas e a duração semanal pode chegar às 50 horas (nº 4 da cláusula 16ª);
  • Banco de horas: Mais 4 horas diárias, podendo o horário atingir as 60 horas semanais (cláusula 16ª - A): (nota: quer em adaptabilidade, quer em banco de horas, quem decide o tempo de descanso é a empresa e não o interesse do trabalhador)
  • Redução do pagamento do trabalho suplementar: 50% (na 1ª hora) e 75% (nas seguintes), em dias normais de trabalho e 150% (em dias de descanso, nos quais o sábado deixaria de ser considerado, ou feriados) (cláusula 20ª).(nota: mas com banco de horas, o trabalho suplementar tende a “desaparecer”).
  • Redução do período de trabalho nocturno: 22h00 às 07h00 (cláusula 21ª);
  • Alteração profunda e negativa das categorias profissionais e da definição de funções: por “bandas”, ou seja, “pau para toda a obra”.
ceramica trabalho





IMPORTANTE: Estas matérias gravosas não podem ser aplicadas aos trabalhadores que sejam sócios de Sindicatos da CGTP-IN.
A FEVICCOM e os Sindicatos/CGTP-IN defendem os reais interesses e direitos dos trabalhadores do sector da Cerâmica e por isso não assinam acordos que defendem os interesses patronais e provocam um abaixamento geral dos rendimentos do trabalho e um agravamento substancial das condições de trabalho.
Temos mantido ao longo destes anos – mesmo não tendo ainda chegado a um acordo final – um diálogo regular com a APICER. Estamos a ultimar uma proposta global para um novo CCT no sector, favorável aos trabalhadores, que iremos em breve submeter à vossa aprovação, para de seguida se iniciar um novo processo negocial de um CCT para todo o sector da Cerâmica, com vigência a partir de 1 de Janeiro de 2018.
Fonte: FEVICCOM - Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro

www.cgtp.pt

AS REDES SOCIAIS


As redes sociais incomodam ! incomodam sim senhor ! mas não substituem a luta de massas a luta nas fábricas, a luta faz-se na rua em contacto real com as pessoas

Aqueles que vão para as ruas, que correm riscos, AÍ SIM SE GANHA A CONSCIÊNCIA , AÍ SE GANHA O CONHECIMENTO, A IMPORTÂNCIA DA UNIDADE E A LEGITIMIDADE DA FORÇA DOS TRABALHADORES ETERNAMENTE EXPLORADOS..

Agora, claro que não se pode ignorar o papel das redes sociais nos dias de hoje onde a tecnologia avança ora facilitando ora alienando também.

A classe dominante, o capitalismo, os governos nas pessoas de ministros, secretários de estado, deputados, e o próprio Presidente apostam todos nas redes sociais , as redes sociais trouxeram-lhes beneficios e resultados.

Eis uma razão para que os explorados, os injustiçados estejam presentes e combatam as ideias dos que impõem a CANGA e a MENTIRA nos outros orgãos de informação como os jornais e a televisão a maioria nas mãos dos financiadores da classe política degenerada e corrupta..

Na net, nas redes sociais também há a mentira mas há mais espaço de manobra (por enquanto) para denunciar e combater as injustiças, os roubos de que somos vítimas e dos quais os prevaricadores saem quase sempre impunes.

Temos que utilizar as redes sociais nomeadamente o "facebbok" com inteligência publicando o que nos é útil e combatendo o supérfluo e o degradante.

ASSIM NESTES ESPAÇOS IREMOS FORTALECENDO A NOSSA CULTURA, A NOSSA FORMAÇÃO POLÍTICA QUE OBVIAMENTE NÃO DISPENSA OS LIVROS E O CONTACTO HUMANO (ESSES SIM COM GRANDE PESO NA FORMAÇÃO DO HOMEM E DA MULHER INTERESSADOS NUM PAíS MELHOR E MAIS EVOLUÍDO NO ASPECTO SOCIO CULTURAL E POLÍTICO).


António Garrochinho

O VERDADEIRO AMON GOETH – O CRUEL E SÁDICO COMANDANTE NAZISTA DO TERCEIRO REICH



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Amon Leopold Goeth em uniforme com insígnias de SS-Untersturmführer, equivalente a de segundo tenente – 
Fonte – https://rarehistoricalphotos.com/amon-goeth/
Nascido em Viena, Amon Leopold Goeth (ou Göth) foi um oficial austríaco nazista e comandante do campo de concentração de Płaszów, na região da Cracóvia, na Polônia ocupada pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial e retratado pelo ator Ralph Fiennes no filme “A Lista de Schindler”.
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Goeth juntou-se a um grupo de jovens nazistas aos dezessete anos, mudou-se para um grupo paramilitar nacionalista aos dezenove anos e, em 1930, quando ele tinha vinte e dois anos, se juntou ao então partido nazista austríaco que fora proscrito. Ele foi designado n° 510 964, e no mesmo ano ingressou na SS
Amon Goeth fugiu para a Alemanha quando foi perseguido por autoridades austríacas por crimes envolvendo explosivos. Seus oficiais superiores admiram sua devoção, deram-lhe avaliações pessoais brilhantes e transferiram-no para a SS. Um filho nasceu em 1939 e morreu de causas inexplicadas menos de um ano depois. Amon Goeth era um oficial modelo e sua recompensa foi uma publicação, em agosto de 1942, com Aktion Reinhard, a operação da SS para liquidar mais de dois milhões de judeus poloneses.
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Comandante Amon Goeth segurando um rifle militar – Fonte – https://rarehistoricalphotos.com/amon-goeth/

Em fevereiro de 1943, Goeth recebeu uma promoção e tornou-se o terceiro oficial da SS a ocupar o cargo de comandante do campo de trabalho de Plaszow. Enquanto ele era o comandante de Plaszow, Goeth foi designado para supervisionar a liquidação do gueto Podgorze em 13 de março de 1943, e mais tarde o campo de trabalho em Szebnie. A liquidação do gueto de Podgorze em Cracóvia é exibida no filme, a “A Lista de Schindler”. As cenas do gueto no filme foram filmadas em Kazimierz, outro gueto em Cracóvia.
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Amon cavalgando no Campo de Plaszow – Fonte –  https://www.scrapbookpages.com/Poland/Plaszow/Plaszow03A.html

Em 3 de setembro de 1943, Goeth supervisionou a liquidação do gueto Tarnow, uma cidade polaca próximo a Cracóvia. Durante a liquidação desses guetos, Goeth aproveitou a situação roubando algumas das propriedades que foram confiscadas dos judeus, incluindo peles e móveis. Ele guardou alguma dessas propriedades em um apartamento em Viena, onde sua esposa morava com seus dois filhos.
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Amon Leopold Goeth foi o comandante de campo do campo de concentração de Plaszow desde fevereiro de 1943 até setembro de 1944. Na fotografia, ele pode ser visto de pé em sua varanda, preparando-se para atirar prisioneiros – Fonte – https://rarehistoricalphotos.com/amon-goeth/

Em Plaszow, Amon Goeth passava suas manhãs usando seu rifle de alta potência e escopo para atirar em crianças que jogavam no campo. Rena Finder, um dos judeus de Schindler com 14 anos de idade, mais tarde se lembrou de Goeth como “… o homem mais vicioso e sádico …”. Outro Schindler-judeu, Poldek Pfefferberg, lembrou: “Quando você viu Goeth, você viu a morte”.
Um sobrevivente, Arthur Kuhnreich, disse mais tarde sobre Amon Goeth em suas Memórias do Holocausto: “Eu vi Goeth colocar seu cão em um prisioneiro judeu. O cão rasgou a vítima. Quando ele não se moveu mais, Goeth disparou contra ele”.
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Amon foi designado para o SS-Totenkopfverbände (unidade “Deaths-head”, serviço de campo de concentração) – Fonte – https://rarehistoricalphotos.com/amon-goeth/

Seus dois cães, Rolf e Ralf, foram treinados para destruir os presos até a morte. Ele disparou contra as pessoas da janela do escritório se eles pareciam estar se movendo muito devagar ou descansando no quintal. Ele matou com um tiro na cabeça um cozinheiro judeu porque a sopa estava muito quente.
Para a menor infração das regras, ele dava um golpe sobre o rosto do infeliz impotente, e observaria com satisfação como a bochecha de sua vítima se inchava e ficava roxa, como os dentes caíam e os olhos se enchiam de lágrimas.
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A casa original de Goeth no campo de Plaszow nos dias atuais. Da sacada ele abria fogo contra seus prisioneiros. Puro sadismo – Fonte – https://rarehistoricalphotos.com/amon-goeth/

Qualquer um que estava sendo chicoteado por ele era forçado a contar em voz alta, cada golpe do chicote e, se cometesse um erro, era forçado a começar a contar novamente. Durante os interrogatórios, que foram conduzidos em seu escritório, ele soltava seu cachorro no acusado, que estava amarrado pelas pernas em um gancho colocado no teto.
No caso de uma fuga do campo e posterior recaptura, ele ordenava que todo o grupo de companheiros do barracão que servia de alojamento para o fugitivo formarem uma fila e ordenava que o fujão contasse até dez, então atirava na cabeça dessa décima pessoa e depois urinava sobre ela. Uma vez ele pegou um menino doente de diarreia e não conseguiu se conter. Forçou-o a comer todos os excrementos e depois atirou nele “.
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Fotos do prontuário de Amon, tomadas em 8 de agosto de 1945. Ele tinha perdido peso porque sofria de diabetes – Fonte – https://www.scrapbookpages.com/Poland/Plaszow/Plaszow03A.html

Algumas fontes apontam que um total de 35 mil prisioneiros passaram pelo campo de Plaszow durante os dois anos e meio de sua operação. Mas a Comissão Principal para a Investigação de Crimes Nazistas na Polónia estimou que 150 mil prisioneiros estiveram em Plaszow e 80 mil deles morreram como resultado de execuções em massa ou epidemias. 
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Amon Goeth (o mais alto) seguindo para o tribunal onde seria condenado à morte – Fonte – https://www.scrapbookpages.com/Poland/Plaszow/Plaszow03A.html

Após a Segunda Guerra Mundial, o exército norte-americano entregou Amon Goeth para o governo polaco para ser processado como criminoso de guerra. Ele foi levado perante o Supremo Tribunal Nacional da Polónia em Cracóvia. Seu julgamento ocorreu entre 27 de agosto de 1946 e 5 de setembro de 1946. Goeth foi encarregado de ser membro do partido nazista e membro do Waffen-SS, o exército de elite de Hitler, ambos designados como organizações criminosas pelo Aliados após a guerra. Seus crimes incluíram as acusações de que ele havia participado das atividades dessas duas organizações criminosas. 
Durante seu julgamento, Goeth mostrou indiferença provocativa. Ele aceitou a responsabilidade pelo que aconteceu em Plaszow. Ele havia recebido autoridade e permissão para fazer tudo o que tinha feito, disse ele, e estava apenas realizando ordens e instruções recebidas de seus superiores. Ele também afirmou que as penalidades que ele estava infligindo aos presos, incluindo matá-los, estavam dentro de sua jurisdição disciplinar como comandante do campo e estavam de acordo com a regulamentação alemã vigente.
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Amon Goeth durante seu julgamento, 1946 – Fonte – https://rarehistoricalphotos.com/amon-goeth/

Goeth foi considerado culpado e condenado pelos assassinatos de dezenas de milhares de pessoas. Ele pediu piedade ao presidente do Conselho Nacional do Estado. Depois que o presidente decidiu não se aproveitar de sua prerrogativa de perdão, a sentença foi realizada.
Amon Goeth foi enforcado por seus crimes em 13 de setembro de 1946, não muito longe de seu campo. E mesmo que ele esteja sendo enforcado, Amon Goeth ainda saúda seu Fuhrer em um último ato.
Seu nome ficará sempre associado ao desprezo total pela vida humana.
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Ruth Irene Kalder, a “Majola”, a namorada de Goeth, segurando seu cachorro, Rolf – Fonte – https://rarehistoricalphotos.com/amon-goeth/

Um detalhe final!
Ruth Irene Kalder, a amante de Goeth, permaneceu leal a ele e manteve uma fotografia de Amon na sua mesa de cabeceira até o dia de sua morte. Em uma entrevista a um jornalista britânico em 1983, ela descreveu Goeth como um homem encantador com modos impecáveis ​​de mesa. Ela disse que nunca se arrependeu, por um segundo, de seu relacionamento com Amon, que começou quando tinha 25 anos. 
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Amor entre nazistas – Goeth e sua amante, Majola. Ela conheceu Goeth em 1942, ou no início de 1943, quando trabalhou como secretária na fábrica de esmaltes de Oskar Schindler, em Cracóvia. Ela logo mudou-se para viver com Goeth e os dois tiveram um caso e uma filha chamada Monika. Ela incorporou o sobrenome Goeth logo após de seu companheiro e sempre defendeu a sua terrível memória – Fonte – https://rarehistoricalphotos.com/amon-goeth/

Kalder cometeu suicídio no dia seguinte à sua entrevista em 1983. Alegadamente, ela ficou perturbada quando soube que o documentário de 82 minutos, que a jornalista estava fazendo, não era apenas sobre Oskar Schindler, mas incluiria um retrato negativo de seu ex-amante Amon Goeth, que também era o pai de sua criança amorosa, Monika, nascida em novembro de 1945.
Ruth Irene Kalder era uma mulher jovem e linda com uma figura esbelta, uma ex-atriz e uma secretária experiente; Por que ela escolheu viver com um monstro como Amon Goeth continua a ser um mistério até hoje.


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A INDUSTRIA DE LANIFÍCIOS, PORTUGAL - Como primeiras referências sobre os Lanifícios em Portugal, datam do século XVII, mais precisamente ao ano 1675.


 


Em alguns registos de Loriga do século XVIII, vamos encontrar dados concretos da existência já nessa altura de um próspero negócio de lã, uma matéria prima para Indústria de Lanifícios.
Nessa época e uma era fabricada sem nenhum auxilio mecânico, por isso mesmo, durante muitos anos, foi usada uma fabricação doméstica, com teares manuais em diversas casas, ou com as escarameadeiras (mulheres que farripavam a lã depois de lavada tirando os ciscos e outras aderências) nas casas dos próprios fabricantes.
A partir do meados do século XIX, começam então a construir-se como primeiras Fábricas que, durante mais de um século, foram de grande laboração e de enorme movimentação industrial.
CFT003 073891 002
Apesar de as deficiências vias de comunicação que obrigava o transporte de matérias-primas, não dorso dos animais de carga, Loriga, era em 1881, uma localidade mais industrializada na aba ocidental da Serra da Estrela, com unidades de produção têxtil, empregando mais de 200 operários.
Como primeiras Fábricas a ser construídas em Loriga, foram por iniciativa de Manuel Mendes Freire e José Marques Guimarães, que na altura, já foram conceituados negociantes em Lã.
Em 1872 o Jornal “O Conimbricense” publicado em Coimbra, escreveu sobre como Fábricas de Lanifícios em Loriga, onde publicava que há nesta Vila quatro fábricas, três uma operação e outras coisas, e se deviam unicamente aos esforços particulares.
À medida que eu estou processando na mecanização das Fábricas em Loriga, os industriais Loriguenses, recorriam ao mercado da Covilhã, sem o sentido de contratarem especialidades.
CFT003 073889 001
Na última década do século XIX, chegou a Loriga um belga de nome Pierre, por onde se manteve até 1898; Joaquim F. Nogueira, que em Loriga constituiu família e veio a ser o pai do Cónego Manuel Fernandes Nogueira; um senhor de nome Teles, que viria a falecer já muito velhinho; Adriano de Sousa Torrão; António Ramos e muitos outros, que não são de Loriga, ficaram para semper ligados à Indústria de Lanifícios desta localidade.
A partir de 1930, e depois de uma construção da estrada que passou pela São Romão a Loriga, uma Indústria de Lanifícios em Loriga, foi modernizado, de forma a poder competir com a sua congénere do país.
Por esse motivo e durante anos, era considerado uma Vila mais industrializada do Concelho de Seia e também do Distrito da Guarda.
CFT003 073898 001
Fábrica da Fonte dos Amores
 
Fundada em 1856 por Manuel Mendes Freire, Manuel Moura Luís e Abílio Luís Brito Freire, cardava e fiava lã para frises, saragoças e palmilhas.
Possuía uma roda hidráulica de madeira com força de 16 cavalos. Em 1899 passou para a firma Leitão & Irmãos e Companhia.
Tinha Secção de Cardação; Secção de Tinturaria e Secção de Ultimação. Em 1939, foi construída a parte nova, reconstruído ou prédio que tinha ardido, e também reconstruído a secção de tinturaria em 1954.
Consumismo mensalmente em energia motriz e iluminação 11.477 KVH, equivalente a 6.923 $ 00, ocupando uma área de 2.810 m2.
Como máquinas que trabalhavam um vapor eram alimentadas por uma caldeira horizontal de vapor, que consumia 1.000 quilogramas de lenha por dia de oito horas
Trabalhando normalmente gastava por ano perto de 70.000 de matérias-primas. Fabricava todo o género de artigos, tanto para homens como para senhoras, passando mais tarde a dedicar-se a artigos leves para senhoras, como crepes, popelinas etc., e também uma fazenda de agasalho para inverno
CFT003 073793 001
Fábrica da Fândega
 
Fundada em 1862 por José Marques Guimarães, na década de 1920, esta Fábrica passou a pertencer à Sociedade Carlos Nunes Cabral & Comp., E mais tarde passando uma propriedade da empresa Moura Cabral & Companhia.
Tinha duas rodas hidráulicas em conjunto com a força de 30 cavalos, colocada no topo do edifício virado para o caminho, ou para o sul, e outra situada no nascimento do edifício.
Produzia frises, saragoças e palmilhas. Encerrou definitivamente em 1949. Sendo uma primeira das fábricas, um paralisar, devido à impossibilidade de boas vias de acesso.
CFT003 073781 001
Fábrica do Regato
 
Foi organizada em 1869 pela firma Plácido Luís de Brito e Companhia. O seu nome deve-se ao fato de ter sido construído na propriedade do mesmo nome. Tinha uma roda hidráulica com força de 15 cavalos. Esta roda foi dali retirada mais tarde do 25 de Abril de 1974, tendo sido uma última das rodas a desaparecer, da chamada industria de lanifícios de Loriga.
Foi também construída uma chamada “Fábrica de Cima” tendo sida edificada em um anexo em 1937. Substituiu a tecelagem manual pela mecânica em 1934 e em 1938 passou a ser a firma: -Pina Nunes & Companhia, sociedade que viria a terminar em 1950. 
Este edifício também possui uma roda hidráulica, que foi concebido como sendo substituído por um motor a gasóleo. Em 1962 encerrou definitivamente, como Fábrica de Lanifícios. 
Ocupava uma área total de 1.180 m2, sem conta com o anexo chamado Escaldadore. 
Tinha Secção de Cardação e Secção de Ultimação.Produzia por mês 5.000 quilogramas de fio Nr.50, consumindo por ano perto de 50.000 quilogramas de matérias-primas (lã e outras fibras). Todos os artigos para homem e senhora, especialmente artigos cardados.Mais tarde e até os nossos dias, estas dependências passaram a laborar na atividade de malhas.
CFT003 073893 001
Fábrica da Redondinha
Entrou em laboração já depois de 1878, e durante muitos anos pertenceu ao industrial Augusto Luís Mendes, que um geriu sob a firma Augusto Luís Mendes & Comp. Limitada.Consumia mensalmente de energia elétrica elétrica e de iluminação 68.631 KWH, equivalente a 5.117 $ 00 escudos. 
Ocupando uma área de 2.000 m2.Tinha duas rodas hidráulicas, uma sem prédio (onde até a poucos anos esteve instalada a firma Jomabril) e outra na casa de baixo onde até a poucos anos esteve instalada uma firma de Manuel Carvalho. 
O prédio de baixo , era o único quando iniciou a laboração. Em 1939, foram construídas novas instalações, tendo sido uma parte delas, devorada por um incêndio na década de 1950. Lojas de Essas, foram de imediato reconstruídas entrando novamente em laboração em 1954.
Tinha Secção de Cardação, Tecelagem, Tinturaria e Ultimação.Encerrou em definitivo como suas portas, em princípios da década de 1970.
CFT003 073785 001
Fábrica Nova
Iniciou a sua atividade em 1905 sendo fundada pelos sócios Augusto César Mendes Lages e José Gouveia Júnior, que mandaram construir um prédio de trabalho e um outro separado por primeiro lugar, por roda hidráulica . No ano 1920, passe para a firma -Moura Cabral & Companhia, tendo, em 1939, mandado construir outro prédio muito mais amplo, sobranceiro aos prédios iniciais. 
Mais tarde, em 1956, procede uma nova ampliação das instalações, criando novo prédio ainda de dimensões maiores.Consumia mensalmente em energia elétrica e iluminação 17.784 KVH, equivalente a 8.811 $ 00 escudos, ocupando uma área total de 2.750 m2.Tinha Secção de Cardação, Fiação, Tecelagem, Lavagem, Tinturaria e Ultimação.
CFT003 073786 002
Fábrica das Lamas
Foi criada em 1932, por José Lages e, após o falecimento da sua esposa, um solitário sob a firma: – Lages, Santos & Comp., Pertencente depois à firma Lages Santos & Sucessores, Lda.
Era alimentada por uma turbina hidráulica de 36 HP e um motor a gasóleo de 22 cavalos, que trabalham na falta de água. Ocupava uma área de 1.140 m2.Tinha Secção de Cardação, Fiação e Ultimação.Produzia por mês (em horário de 8 horas) 2.000 quilogramas de fio Nr.50, que trabalhando Consumidor por ano, 38.000 quilos de lã e outras fibras. Fabricação Fazendas para moscous de sobretudos para homem e senhora. 
Encerrou definitivamente em 1972. Mais tarde é uma empresa que trabalha com Pedro Vaz Leal e Comp., Onde passou a desenvolver uma atividade siderúrgica.
CFT003 073792 001
Fábrica das Tapadas
Foi das primeiras fábricas na Serra de Loriga, sendo atribuída a sua fundação a diversas pessoas. Em registos escritos em 1872, dão contabilidade e construção de uma casa bastante espaçosa e pertencente a diversos indivíduos, sem sentido de sediarem ali uma fábrica. Este local hoje chamado “Tapadas” na altura da construção do prédio era mais conhecido por “Águas Limpas” .
Esta Fábrica durante a sua existência pertenceu a várias pessoas ou firmas e teve maior laboração a partir de 1918. Entre algumas aqui se registaer por ali passaram uma firma que teve como nome “Fábrica Nacional de Lanificios de Albano de Pina Mello” .Possuía uma roda de madeira, que durante a grande duração da sua atividade. 
O último modelo da Fábrica das Tapadas, foi Valério Cardoso, conhecido industrial e Tradante de Lãs, natural de Alvoco da Serra, casado com uma senhora Filomena Santos Conde, de Loriga.Encerrou definitivamente como suas portas, nas meadas da década de 1960. 
Alguns anos depois esta Fábrica das Tapadas para transformada em casa de habitação
CFT003 073895 001
.Fábrica dos Leitões
Foi criada em 1899 pela firma Leitão & Irmãos e Companhia. Em 1948 passou a ser gerida sob firma Leitão & Irmãos. Foi ampliada no ano de 1939, parte das instalações foi devastada por um incêndio, tendo depois, em 1954 sido restaurada. 
Encerrou em 1967 e, tempos depois e até hoje, várias firmas de malhas por ali já passaram, mantendo assim em laboração todas as dependências desta antiga fábrica.
A fábrica Leitão & Irmãos, tinha duas rodas hidráulicas, uma sem predição de cima, outra não Edifício de baixo. 
A roda de cima, foi retirada e não mesmo lugar foi construído um tanque hoje ainda disponível. 
Um prédio dos “bicos” assim chamado, nunca teve qualquer roda.
Em 1929 a Fábrica de Lanifícios da Estrela Leitão e Irmãos e Companhia, foi premiada com uma medalha de prata na II Exposição das Beiras. Em 1932 foi também premiada com uma medalha de prata na Grande Exposição Industrial Portuguesa.
CFT003 073892 002
Fábrica do Pomar – “Nunes Brito”
Fábrica fundada em 1929, após constituição de uma sociedade registrada como Nunes & Brito, firma esta que trabalha até 1948.Consumia mensalmente de energia elec trica em força motriz e iluminação, 6.015 KWH, equivalente a 3.700 $ 00 escudos. 
Ocupando uma área de 1.938 m2. Tinha Secção de Cardação, Tecelagem, Tinturaria e Ultimação.Em 17 de Fevereiro de 1948, e uma escritura pública, uma Fábrica de Pomar, passou por ser gerida pela empresa: – Nunes, Brito e Companhia, Limitada, criada por: – António Nunes Luíz; Alfredo Nunes Luíz; António João de Brito Amaro; António Nunes de Brito; António Nunes Ribeiro; José Nunes de Moura; Carlos Nunes Cabral; José da Silva Bravo e Maria dos Anjos Antunes de Moura.
Constava dos seus Estatutos, como sendo uma empresa constituída com capital social de 252.000 $ 00, em que tinha sua sede em Loriga, na Fábrica do Pomar, da indústria e do comércio de lanifícios. Não há ano de 1972, uma Fábrica do Pomar passou a pertencer à firma: -Moura Cabral & Companhia.
CFT003 073787 002

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