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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Pois meus caros eu que sou mais ou menos como o Salvador, digo tudo o que me apetece na hora em que me apetece

Zélia Sofia Freire 


« Pois meus caros eu que sou mais ou menos como o Salvador, digo tudo o que me apetece na hora em que me apetece, porque com 42 anos e com o que já trabalhei e contribui para este pais me dá esse direito, afinal sou daquelas que sempre deu lucro desde que nasceu, vou ser curta e grossa porque tenho pouco tempo para falar mal ainda por cima de quem tem qualidade que é o caso do Salvador a quem agradeço do fundo do meu coração, até porque a minha família é toda da zona afectada e eu encontrava-me no local durante a tragédia. Para todos os que aqui estão a comentar a falta de educação do salvador, metam os vossos conceitos de educação num sítio que eu cá sei porque as famílias das vítimas estão a marimbar-se para os vossos conceitos, conceitos de educação têm vocês com os rabos sentados no sofá a verem um espectáculo que vos garanto que as famílias das vítimas não viram porque têm mais em que pensar e estão a sofrer, coisa que vocês não estão, senão nem vinham comentar a falta de educação do salvador. Peidos todos dão e então? Não é correcto dizer? Também não é correcto as câmaras fecharem os olhos a uma série de legislação para obterem votos dos grandes proprietários, mas em relação a isso não vêm comentar, comentam sim o facto de o rapaz a quem deviam estar agradecidos pelo seu acto de generosidade, e não foi o único que teve além de ter sido um dos primeiros a fazê-lo, a ter dito "peido" numa actuação. Cambada de hipocritas sem um pingo de vergonha na cara é o que são algumas pessoas que perdem tempo a dizer mal do rapaz. Tenham vergonha e vão lavar roupa ou fazer algo de útil. Ah e nas próximas eleições levantem o rabo do sofá e larguem o facebook e vão votar ou manifestem-se contra o que têm de se manifestar. Há honestamente alturas na vida em que tenho vergonha do povo má lingua do meu país, alguns de vocès envergonham-me profundamente. Um grande agradecimento ao Salvador e a todos os artistas, que com ou sem peido contribuíram para esta causa. Espero do fundo do coração que aquelas terras maravilhosas renasçam mais fortes, porque o seu povo é forte ou não fosse o sangue que me corre nas veias. Morreu gente sim, há famílias inteiras sem nada e não é não falando ou não dizendo "peido" que se respeitam as famílias seu bando de hipocritas, é trabalhando e agindo. Espero poder mudar-me para aquela terra magnífica dentro de 2 meses, opção que já tinha sido tomada antes mesmo largando uma vida inteira e uma carreira mas agora ainda me dá mais ânimo, pois poder trabalhar para o renascimento de uma sociedade mais forte e preparada, se alguns tivessem assistido ao vivo não vinham para aqui dizer barbaridades e preocuparem-se com coisas fúteis e boa educação

BBC Acha que a Pedofilia é Apenas Outra "Orientação Sexual" Semelhante a ser Gay ou Transgênero


A British Broadcasting Corporation (BBC) está brincando com fogo, permitindo que um autor anônimo publique artigos em sua plataforma que visam minimizar a total depravação da pedofilia. Semelhante ao que a publicação de extrema esquerda Salon tentou fazer vários anos atrás (juntamente com o New York Times), a BBC parece concordar com este autor de que a pedofilia não é necessariamente uma desordem a ser tratada com desdém, mas sim uma orientação sexual como o homossexualismo que simplesmente exige "ajuda".


Não seria a primeira vez que a BBC entrou no ringue no lado errado da questão, tendo já empregado uma personalidade de televisão popular chamado Jimmy Savile, que teria abusado sexualmente de pelo menos 500 meninos e meninas, bem como se envolvido em necrofilia, ou sexo com cadáveres.

Jimmy Savile

O homem pateta de cabelos longos e estranhos sempre pareceu desligado para muitos que o conheciam e, no entanto, a BBC aparentemente o manteve na folha de pagamento até sua morte em 2011. Outros na mídia, incluindo um apresentador de rádio do The Guardian, fizeram nada mais que elogiar e louvar Savile por sua "incansável" filantropia. Mas muitos indivíduos perspicazes percebiam o estratagema como uma cobertura para o segredo sombrio e sujo de Savile, que a BBC nunca falou ou de qualquer modo condenou.

Apesar de sua morte, o legado de Savile aparentemente ainda vive na BBC, a qual está mais uma vez dando uma plataforma para um depravado sexual minimizar o mal das relações ilícitas entre adultos e crianças. Embora o indivíduo anônimo reconheça a pedofilia como errada, o tom do seu artigo realmente pinta os predadores infantis como vítimas em vez de predadores. A visão societária atual dos pedófilos, diz o artigo, é que aqueles que são "denunciados" potencialmente enfrentarão "violência" e "ataques físicos" - e que isso precisa mudar.



Se a pedofilia não fosse condenável como é, não haveria necessidade de procurar ajuda

É importante notar que o autor sem nome deste artigo admite que ele já foi pedófilo e que, ao procurar ajuda, conseguiu superar. Mas, ao condenar a resposta social geral à pedofilia, esse autor realmente contradiz o fator motivador por trás do que o levou a buscar ajuda em primeiro lugar - o fato de que a sociedade vê a pedofilia como sendo tão aberrante para o que é normal e decente que aqueles que a praticam precisam de remoção da sociedade.

"Deve-se notar que o autor nunca insinua para agir de acordo com o impulso de abusar sexualmente de crianças seja aceitável, e reconhece que sua "orientação anterior" mais tarde levou-o a buscar ajuda, descobrindo que isso é completamente curável", escreve Will Ricciardella para o The Daily Caller. "Ele não parece entender sua própria admissão tácita: a condenação de atos sexuais nefastos e malignos perpetrados contra crianças em detrimento de aceitação social ou reconhecimento como orientação sexual, foi o impulso para ele buscar ajuda".



Portanto, o leitor deste artigo da BBC é orientado a ter um sentimento de culpa não tão sutil sobre julgar os pedófilos com muita dureza, quando ele são, na verdade, apenas vítimas de uma crise de identidade sexual que a sociedade não compreende completamente. E se mais pessoas pudessem ver a pedofilia como sendo apenas outro tipo de gênero, provavelmente, eles talvez não tivessem o horrível estigma que atualmente possuem.

"O tema do autor de que a pedofilia não deve ser demonizada com o objetivo de incentivar os pedófilos a buscarem ajuda, exclui a resposta mais sensata e racional que tampouco é mutuamente exclusiva, e incentivar os pedófilos a buscarem ajuda é o corolário de sua condenação e grau de sua considerada repugnância", acrescenta Ricciardella.


http://www.anovaordemmundial.com/

Granadas de mão e munições roubadas em Tancos


Um dos paióis foi arrombado e desapareceu um número indeterminado de granadas.

Foram roubadas granadas de mão ofensivas e munições de calibre 9 milímetros dos Paióis Nacionais de Tancos. Segundo apurou a Renascença, o incidente foi detectado ao final da tarde de quarta-feira.

O desaparecimento foi detectado durante uma patrulha de rotina, refere fonte do Exército.

Em comunicado, o Exército confirma que foi detectada “a violação dos perímetros de segurança dos Paióis Nacionais de Tancos e o arrombamento de dois ‘paiolins’”.
Um dos paióis foi arrombado e foi daqui que foi roubado um número indeterminado de granadas – que o Exército estima em perto de uma centena.

No local está a Polícia Judiciária e o incidente já foi comunicado ao Ministério Público.
“O Chefe de Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte, informou SExa o Ministro da Defesa que acompanha o desenrolar das investigações”, refere ainda o comunicado.

rr.sapo.pt

MAIS FORÇA À CDU !


"Mais força à CDU"
por Jorge Cordeiro, membro da Comissão Pólítica do CC do PCP
Entrámos numa fase decisiva da preparação das eleições para as autarquias locais. Preparação concebida de forma singular, suportada no nosso trabalho, na obra realizada, no percurso de intervenção em defesa das populações.
Não desvalorizamos nem subestimaremos as exigências específicas que a natureza das eleições exige. Em particular o trabalho de constituição das listas ao conjunto dos órgãos municipais e a um número significativo de freguesias. A apresentação de mais candidaturas da CDU não é um objectivo estatístico. É sobretudo um momento ímpar de proximidade e presença directa em centenas de freguesias pela presença que garantem ancorada em todos aqueles que em cada local dão corpo às listas da CDU.
Mais candidaturas significará mais envolvimento no nosso projecto, uma presença mais alargada em todo o País e uma intervenção directa a partir de cada local, mais possibilidades de enraizamento, influência e reforço das organizações do Partido
Os próximos meses são um momento para construir uma ampla intervenção de contacto e esclarecimento assente na proximidade e no conhecimento dos problemas. Recusando transformar o período eleitoral num exercício proclamatório ou numa mostra de candidatos. Inscrevendo a prestação de contas, dando a conhecer o trabalho feito, debatendo e construindo os programas eleitorais, as prioridades e projectos para o futuro mandato, como direcções da nossa acção.
A dinamização da CDU – Coligação Democrática Unitária, PCP-PEV, e a sua confirmação como espaço de participação e intervenção democrática assume, igualmente, particular importância. Afirmar e confirmar a dimensão unitária da CDU constitui objectivo de enorme significado. Desde logo enquanto espaço de participação de milhares de cidadãos e cidadãs independentes, alicerçado num sólido elemento de confiança de todos quantos nele intervêm.
Mas também porque quando se multiplicam candidaturas arvoradas de «independentes» alimentadas num discurso populista, mais importa apresentar a CDU como espaço de intervenção de milhares de homens e mulheres sem filiação partidária que integram e agem no quadro da Coligação. Uma participação que contribuirá para ampliar a convergência democrática, para aproximar do PCP e do seu projecto mais pessoas.
Ninguém verá a CDU escondida por detrás de falsos projectos «independentes». A CDU apresentar-se-á em todo o País com a sua própria sigla e símbolo, de cara levantada e com a força de quem assumiu os seus compromissos e respeitou a palavra dada. Uma presença e uma participação assente na responsabilidade política e na clareza de projecto que mais uma vez confirmaremos.
Trabalho, Honestidade,
Competência
As eleições para as autarquias locais são também um momento de afirmação e defesa do poder local. Não é possível dissociar no debate político eleitoral a situação do poder local. Nenhuma outra força política pode, como o PCP, provar essa contribuição decisiva para criar as condições para dar resposta aos problemas das populações, para contribuir para o progresso e desenvolvimento local, para garantir melhores condições de vida.
O alargado reconhecimento do trabalho da CDU nas autarquias traduz a confiança que o seu trabalho e o seu projecto recolhem. Uma credibilidade construída e ampliada mandato após mandato. Tornando cada vez mais claro que não são só nas freguesias e concelhos, que não é só no plano local, que a presença e reforço da CDU se assume como imprescindível. É o País que precisa de mais CDU, da intervenção do PCP e do PEV para dar resposta aos problemas nacionais.
O reforço da CDU em Outubro significará mais peso do PCP na vida política nacional para determinar novos avanços na defesa, reposição e conquista de direitos. E também mais força para assegurar a construção de uma política alternativa, patriótica e de esquerda.
As eleições serão uma oportunidade para fazer a afirmação do valor do projecto autárquico do PCP, das opções e prioridades da nossa gestão, da importância da presença da CDU nas autarquias quer em maioria, quer em minoria. Trabalho, Honestidade e Competência – esta expressão associada à Coligação Democrática Unitária traduz o percurso de intervenção que é justamente reconhecido à acção dos seus eleitos. Uma expressão que corporiza um projecto, um estilo de gestão, uma forma de exercício de poder, um conjunto de opções, orientações e prioridades que tornam a CDU uma força com presença distintiva no poder local. É essa natureza distintiva que tem de ser demonstrada e afirmada.
Avante de 29 de junho de 2017

Cidade de Deus: A saúde mental sob fogo cruzado



Cidade de Deus, um projeto de habitação dos anos 60 concebido para alojar pessoas das favelas ​cariocas*​, tornou-se, ao longo dos anos, numa das zonas mais *perigosas d​o Rio de Janeiro​, situada na zona oeste do município, longe das ​idílicas imagens conhecidas ​pelos turistas.
Em 2002, o filme, cujo título é exatamente o nome do bairro, deu a volta ao mundo. Se uns viram o sucesso da película de Fernando Meirelles com entusiasmo, outros, no entanto, temeram que o que foi chamado pelos críticos como a glorificação da violência mais não fizesse do que aumentar o preconceito contra os residentes.
Mas a verdade é que a Cidade de Deus passou posteriormente, como várias favelas brasileiras, por um processo de reabilitação e de pacificação. Em 2011, recebeu mesmo a visita do então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, acompanhado pelo presidente do município (Prefeito) e pelo governador do estado fluminense.


Nos últimos anos, no entanto, as coisas têm sido bem diferentes.

Tal como em várias favelas o Rio de Janeiro, a crise económica e financeira que afeta o Brasil tem contribuído para aumentar a tensão socia*l e da frustração da populações. E o *desemprego afeta com mais virulência as classes com menor poder de compra.
Em locais como a Cidade de Deus, a violência tem vindo a intensificar-se de tal forma que os tiroteios entre grupos de narcotraficantes e agentes da polícia recordam o clima de guerra que se vivia nos anos 90.



Muitos são os que começam a acusar os danos psicológicos de uma vida em permanente tensão. Especialistas no terreno falam num aumento dos casos de ansiedade e de depressão – em alguns casos, agravada – em todas as faixas etárias.

A convivência com episódios de extrema violência poderia explicar este fenómeno.
No entanto, ainda muitos residentes na Cidade de Deus precise​m​, com urgência, de assistência médica​ e psicológica, este tipo de serviços brilha pela sua ausência nesta zona pobre do Rio de Janeiro.
Tiroteios, o principal medo
Segundo a Associated Press, vários residentes contaram à agência que, quando deixam a favela para irem trabalhar, ficam em contacto permanente com amigos, vizinhos ou família e avisam se há um tiroteio.
O ruído das armas é cada vez mais habitual e tornou-se quase quotidiano, interrompendo o quotidiano de trabalhadores, crianças e famílias.
Se tal acontecer, terão de esperar que termine o chamado fogo cruzado. É que uma bala perdida pode matar.
Amnistia Internacional Brasil criou, neste sentido, uma aplicação gratuita chamada Fogo Cruzado, que ajuda os moradores da cidade a localizarem tiroteios em tempo real, com dados fornecidos por utilizadores e redes sociais.
Medo também da polícia
Se o medo dos grupos de criminosos é real, a verdade é que algumas das intervenções da polícia são também causa de sofrimento para quem vive em zonas como a Cidade de Deus, em particular para as crianças.
Muitos sofrem dos mesmos sintomas de meninos que cresceram em zonas de guerra, tal como os pais, segundo os especialistas em saúde mental do Instituto Fiocruz, entrevistados pela Associated Press.
Segundo o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes do Rio de Janeiro, 45% dos residentes das favelas teme que a polícia os confunda com criminosos e 75% acreditam que a polícia é mais violenta nas favelas do que noutras zonas da cidade.
Segundo o Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro do Governo do estado do Rio de Janeiro morreram, em 2016, mais de 900 pessoas durante intervenções policiais, o triplo de 2013. A mesma instituição espera que os números voltem a subir este ano.

VÍDEO

video


pt.euronews.com

O Megalodon ainda existe?


No passado viveu o Megalodon, o maior tubarão de todos os tempos.


Será que esse animal pré-histórico pode ainda viver nos oceanos?

Descubra agora, através desse vídeo do canal Acredite ou Não:

tudorocha.blogspot.pt

ainda o pseudo peido


O Pentágono dos Estados Unidos: O que é e para que serve?


Sempre ouvimos falar sobre esse importante prédio dos Estados Unidos na mídia, muitas vezes de forma até massiva.


Entenda agora a história por trás dessa construção, como o Pentágono funciona e também para o que ele serve.

Para isto, assista ao vídeo abaixo, do canal Hoje no Mundo Militar:


tudorocha.blogspot.pt

VÍDEOS - Turistas oriundos do Reino Unido provocam confrontos em Portugal

A noite de domingo em Albufeira, no Algarve, sul de Portugal, foi abalada por confrontos envolvendo um grupo de turistas britânicos iniciados no interior de um bar. A GNR foi chamada a intervir, houve confrontos e lançamento de objetos contra as autoridades.

Há relatos de pelo menos quatro detidos e outros tantos feridos, incluindo dois agentes da autoridade.
Os turistas britânicos fariam parte de um grupo de cerca de 1000 aderentes ao programa de férias britânico “Portugal Invasion” (“Invasão Portugal”), que, a troco de 600 libras (680 euros) por pessoa, ofereceu estadia na região de Albufeira entre 20 e 27 de junho, num estabelecimento hoteleiro junto à Praia da Oura, em regime tudo incluído, com acesso a diversas atividades e festas de bar aberto.

GNR chamada a intervir num bar

Foi num destes eventos, a “Festa Branca”, no bar Liberto’s, em Albufeira, que os desacatos se desencadearam. A GNR foi chamada ao local e os vídeos do momento têm sido partilhados nas redes sociais Twitter e Facebook, tendo já tido eco inclusive na imprensa britânica.




Em alguns dos vídeos registados na Rua da Oura é possível ouvir os disparos da polícia para tentar dispersar a multidão que se concentrava no local.
Alguns indivíduos chegaram mesmo a desafiar os agentes da GNR e veem-se objetos ser lançados na direção do cordão de segurança.



Algumas testemunhas britânicas acusam as autoridades portuguesas do uso excessivo de força.
Testemunhas portuguesas contactadas pela Euronews alegam ser apenas mais um episódio de vários que têm vindo a ocorrer na zona de Albufeira e que sublinham os comportamentos abusivos por parte de turistas estrangeiros, que se têm vindo a agravar nos últimos anos.
A última semana ficou aliás marcada por diversas pequenas ocorrências, como roubos e assédios, que os residentes locais apontam a elementos do numeroso grupo oriundo do Reino Unido, em particular de Londres, no âmbito do programa de férias “Portugal Invasion.”





Após os problemas de domingo à noite, a organização do programa de férias distanciou-se do sucedido e decidiu cancelar a festa de despedida prevista para segunda-feira à noite.


Invasion Holidays and the associated companies do not condone the behaviour displayed last night. 





Our first priority is people's safety and that was compromised last night. 
Because of that the event that was scheduled to take place tonight has been cancelled
We apologise for any inconvenience 



No dia seguinte, terça-feira, no regresso a casa, o grupo voltou a envolver-se em desacatos. Desta feitra, no aeroporto de Faro.
Vídeos a circular na internet mostram duas mulheres em confronto e outros elementos civis a intervir. A PSP do aeroporto esteve no local.



Falta de prevenção em Albufeira

Residentes e comerciantes de Albufeira reclamam da falta de policiamento. Há inclusive grupos criados na rede social Facebook onde são denunciados há mais de um ano casos de excessos cometidos por turistas estrangeiros em Albufeira. Os desta semana já lá figuram e incluem elogios à ação da GNR.
No jornal Sul Informação, o presidente da Região de Turismo do Algarve, Desidério Silva, aponta o dedo aos pacotes de férias vendidos na internet “a muita gente e com pouco controlo”.





“São necessárias medidas e ações no imediato, inibidoras deste tipo de situação, que envolvam as forças de segurança, o SEFe também a autarquia, os empresários e mesmo coordenando com o Governo”, acrescenta o também ex-presidente da Câmara de Albufeira.
Mais tarde, à agência Lusa, o responsável do turismo algarvio avisou: “É preciso haver algum cuidado na venda das ofertas a baixo preço para um destino como o Algarve, que está em alta e com muita procura.”





Por seu turno, o presidente da Associação dos Comerciantes de Albufeira, Luís Alexandre, disse à Lusa que “as rixas entre turistas de férias na região acontecem todos os anos, verificando-se principalmente nas zonas junto aos bares”, motivadas pelo consumo exagerado de bebidas alcoólicas.
“Não existe nos comerciantes nenhum sentimento de insegurança, porque estes incidentes ocorrem junto aos bares, mas não são batalhas campais como aquilo que tem sido divulgado”, destacou.
Segundo Luís Alexandre, “não há registo de comerciantes que tenham sido lesados por desacatos ou problemas graves, embora se registem pequenos distúrbios”, normais em qualquer zona comercial.
euronews tentou contactar a Associação de Turismo do Algarve e contactou a GNR e a PSP para recolher mais informações sobre o sucedido. Sem sucesso no primeiro caso, ainda sem resposta nos dois últimos.

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